CONFUSÃO
Confusão. Melhor palavra para definir o que passa
durante todo o dia em minha cabeça. Provavelmente isso aqui
vai resultar em mais uma confusão. Temos a capacidade de
pensar milhões de coisas por minuto, de imaginar situações,
probabilidades, sonhos, ações. Pensamos o que poderíamos ter
feito e “se”, mas sabemos que isso não mudará em nada. O que
podemos fazer é pegar tudo o que já ocorreu e o “se” e trans-
formar em lições, conclusões e possíveis futuras ações. E por
que? Porque ficar remoendo o que já aconteceu, ficar relendo
o último capítulo, não vai mudar nada do que temos hoje...
Mas se pegarmos todo o desenrolar e trabalhar em um novo
capítulo, este vai sair brilhante! Temos que dar continuidade às
ações. Busco entender e analisar tudo, resolver as pendências
para que eu possa escrever minha caminhada mais clara. Só
que acabo focando muito nisso e não caminho. Então temos
que aceitar o que já foi feito e ponto.
Aí agora encontramos outra confusão. Putz... Outra?
Sim! Pensamos demais no caminho a ser trilhado, criamos si-
tuações e cenas em nossa cabeça, sonhos e expectativas... Mas
sabemos que são ideias subjetivas, mas acreditamos nessa, até
porque o futuro não existe, e isso é fato. E aí? Quando nossas
expectativas e sonhos são rompidos, nosso mundo desaba e
cai. Frustrados e largados, estamos nós. O passado nos conde-
nou, o futuro (que era futuro, e agora é o hoje) também. Sonha-
mos demais e esquecemos de separar o sonho da realidade. O
que devemos fazer? Saber diferenciar e não acreditar tanto em
coisas concretas formadas em sonhos. Sonhos devem ser altos,
grandiosos e não podemos deixar apegar demais neste para
não sair quebrado, não podemos deixar confundir sonhos com
ilusão. Bora viver o presente, mas não vamos deixar também de
sonhar para nos impulsionar.
Opa, agora com duas confusões resolvidas... Sur-
ge mais uma. Putz! Já chega, não? Kakakaka aí não tem nem
1% das confusões. Bom, a nova confusão agora é o viver do
presente. O presente deve ser vivido sempre, mas temos que
ter nossos controles, nossas visões sempre futuristas, mas
controladas. Temos que viver com os limites, mas aproveitando
os momentos, temos que nos permitir novas sensações... Mas
com cautela. Isso tudo faz uma confusão. E a finalidade? A úni-
ca finalidade disso tudo é fugir da tristeza, ou evitá-la quando
se pode. E ser Feliz! Independente do que aconteça, com mau
ou bom humor... Temos que ser felizes e amar! Sim... Amar,
não no grego “Eros” mas amar de todas as formas, o amor li-
vre, puro, que transpassa as sensações, os limites, a vida! Bora
amar os defeitos, o passado, um possível futuro que não temos
como saber... Quiçá planejar, mas não adivinhar. Então vamos
amar o que podemos amar, ou seja: tudo. Não guardar rancor,
ou páginas e capítulos repetidos. As tristezas não tem hora
nem local pra chegar, muito menos as fatais... Mas faz parte da
vida, e o melhor jeito de superar uma tristeza é amando. Amor
e fé. Consequentemente você será FELIZ. Mas oh, deixando
claro que esse amor é o amor puro, amigo, do querer bem, do
afeto, do carinho, do bem estar! Com diz o grande filósofo,
amai-vos uns aos outros!
P.S.: Qualquer semelhança com a realidade é pura
coincidência.
durante todo o dia em minha cabeça. Provavelmente isso aqui
vai resultar em mais uma confusão. Temos a capacidade de
pensar milhões de coisas por minuto, de imaginar situações,
probabilidades, sonhos, ações. Pensamos o que poderíamos ter
feito e “se”, mas sabemos que isso não mudará em nada. O que
podemos fazer é pegar tudo o que já ocorreu e o “se” e trans-
formar em lições, conclusões e possíveis futuras ações. E por
que? Porque ficar remoendo o que já aconteceu, ficar relendo
o último capítulo, não vai mudar nada do que temos hoje...
Mas se pegarmos todo o desenrolar e trabalhar em um novo
capítulo, este vai sair brilhante! Temos que dar continuidade às
ações. Busco entender e analisar tudo, resolver as pendências
para que eu possa escrever minha caminhada mais clara. Só
que acabo focando muito nisso e não caminho. Então temos
que aceitar o que já foi feito e ponto.
Aí agora encontramos outra confusão. Putz... Outra?
Sim! Pensamos demais no caminho a ser trilhado, criamos si-
tuações e cenas em nossa cabeça, sonhos e expectativas... Mas
sabemos que são ideias subjetivas, mas acreditamos nessa, até
porque o futuro não existe, e isso é fato. E aí? Quando nossas
expectativas e sonhos são rompidos, nosso mundo desaba e
cai. Frustrados e largados, estamos nós. O passado nos conde-
nou, o futuro (que era futuro, e agora é o hoje) também. Sonha-
mos demais e esquecemos de separar o sonho da realidade. O
que devemos fazer? Saber diferenciar e não acreditar tanto em
coisas concretas formadas em sonhos. Sonhos devem ser altos,
grandiosos e não podemos deixar apegar demais neste para
não sair quebrado, não podemos deixar confundir sonhos com
ilusão. Bora viver o presente, mas não vamos deixar também de
sonhar para nos impulsionar.
Opa, agora com duas confusões resolvidas... Sur-
ge mais uma. Putz! Já chega, não? Kakakaka aí não tem nem
1% das confusões. Bom, a nova confusão agora é o viver do
presente. O presente deve ser vivido sempre, mas temos que
ter nossos controles, nossas visões sempre futuristas, mas
controladas. Temos que viver com os limites, mas aproveitando
os momentos, temos que nos permitir novas sensações... Mas
com cautela. Isso tudo faz uma confusão. E a finalidade? A úni-
ca finalidade disso tudo é fugir da tristeza, ou evitá-la quando
se pode. E ser Feliz! Independente do que aconteça, com mau
ou bom humor... Temos que ser felizes e amar! Sim... Amar,
não no grego “Eros” mas amar de todas as formas, o amor li-
vre, puro, que transpassa as sensações, os limites, a vida! Bora
amar os defeitos, o passado, um possível futuro que não temos
como saber... Quiçá planejar, mas não adivinhar. Então vamos
amar o que podemos amar, ou seja: tudo. Não guardar rancor,
ou páginas e capítulos repetidos. As tristezas não tem hora
nem local pra chegar, muito menos as fatais... Mas faz parte da
vida, e o melhor jeito de superar uma tristeza é amando. Amor
e fé. Consequentemente você será FELIZ. Mas oh, deixando
claro que esse amor é o amor puro, amigo, do querer bem, do
afeto, do carinho, do bem estar! Com diz o grande filósofo,
amai-vos uns aos outros!
P.S.: Qualquer semelhança com a realidade é pura
coincidência.
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